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Tipos de travesseiros: conheça os modelos e saiba qual escolher para dormir melhor

Travesseiros Atualizado:janeiro 24, 2026Guilherme Augustode Guilherme Augusto
Tipos de Travesseiros: Guia Completo para Escolher o Ideal

Sumário

  • 1 Por que existem tantos tipos de travesseiros diferentes
  • 2 O que realmente muda entre os modelos de travesseiros
  • 3 Tipos de travesseiros e o impacto no conforto ao longo do tempo
  • 4 Principais tipos de travesseiros e como eles se comportam no uso diário
    • 4.1 Travesseiro de espuma viscoelástica (NASA)
    • 4.2 Travesseiro de látex
    • 4.3 Travesseiro de fibra siliconada
    • 4.4 Travesseiro de pena de ganso ou pluma
    • 4.5 Travesseiro cervical ou ortopédico
    • 4.6 Travesseiro antialérgico
  • 5 Tipos de travesseiros para necessidades específicas e perfis de sono
    • 5.1 Travesseiros para quem dorme de lado
    • 5.2 Travesseiros para quem dorme de barriga para cima
    • 5.3 Travesseiros para quem dorme de bruços
    • 5.4 Travesseiros para quem sente muito calor à noite
    • 5.5 Travesseiros para quem tem alergias respiratórias
    • 5.6 Travesseiros para situações específicas
  • 6 Como alinhar travesseiro, corpo e rotina
  • 7 Altura, firmeza e material: o que realmente faz diferença no travesseiro
  • 8 Modelos de travesseiros mais comuns no mercado hoje
  • 9 Erros frequentes ao escolher um travesseiro
  • 10 Como escolher entre os tipos de travesseiros sem errar
  • 11 Perguntas frequentes sobre os tipos de travesseiro

Normalmente o travesseiro só vira assunto quando algo começa a incomodar. O pescoço acorda duro, o ombro parece mais pesado ou o sono deixa de ser reparador, mesmo quando o tempo na cama foi suficiente. Nesses momentos, muita gente culpa o colchão, o estresse ou até a idade. Raramente o travesseiro entra na lista de suspeitos logo de início.

E isso é curioso, porque ele participa da noite inteira. A cabeça fica apoiada ali por horas, praticamente sem perceber. Quando está adequado, passa despercebido. Quando não está, o corpo tenta se adaptar sozinho. Nem sempre consegue.

Com o tempo, fica claro que não existe um único modelo que funcione para todo mundo. É exatamente por isso que surgiram tantos tipos de travesseiros. Eles não existem para confundir, mas para atender diferenças que, na prática, são grandes demais para serem ignoradas, assim sempre é importante pesquisar para encontrar o melhor travesseiro para você.

Por que existem tantos tipos de travesseiros diferentes

Os tipos de travesseiros existem porque as pessoas dormem de formas muito diferentes, mesmo quando acreditam dormir “do mesmo jeito”. Quem dorme de lado, por exemplo, costuma passar a noite inteira nessa posição sem perceber. Já quem dorme de barriga para cima pode alternar pequenos movimentos que mudam completamente a forma como o pescoço se apoia.

Além da posição, o corpo em si muda tudo. Ombros mais largos, pescoço mais curto, peso corporal maior ou menor. Tudo isso interfere no espaço que precisa ser preenchido entre a cabeça e o colchão. Um travesseiro confortável para uma pessoa pode ser completamente inadequado para outra, mesmo que ambas durmam na mesma posição.

Também existe a questão da sensibilidade. Algumas pessoas percebem qualquer mudança de altura ou firmeza. Outras só sentem desconforto depois de várias noites seguidas. Há ainda quem sinta calor com facilidade ou tenha histórico de alergias respiratórias, o que limita bastante as opções.

Com o tempo, essas diferenças foram ficando evidentes. Os fabricantes passaram a testar materiais, formatos e densidades diferentes. O resultado foi a criação de modelos variados, cada um com comportamento próprio durante o sono. Não é excesso de opções. É resposta a problemas reais.

O que realmente muda entre os modelos de travesseiros

Quando se olha para os modelos de travesseiros disponíveis hoje, é comum pensar que a diferença está apenas no material interno. Na prática, o que muda é a forma como esse conjunto se comporta ao longo da noite.

O material define como o travesseiro reage ao peso da cabeça. Alguns cedem devagar, outros mantêm a estrutura quase intacta. Essa resposta interfere diretamente na sensação de estabilidade. Para algumas pessoas, essa estabilidade é essencial para relaxar. Para outras, é desconfortável.

A firmeza entra logo em seguida. Um travesseiro mais firme costuma manter a cabeça em uma posição mais previsível. Um mais macio permite maior adaptação, mas pode exigir pequenos ajustes involuntários durante a noite. Nenhuma dessas características é boa ou ruim por si só. Tudo depende do corpo que está usando.

A altura costuma ser o ponto mais negligenciado. Quando está fora do ideal, o pescoço inclina ou comprime sem que a pessoa perceba na hora. O efeito aparece pela manhã. Dores leves, sensação de peso ou até formigamento podem ter origem aí.

Por fim, existe o fator térmico. Alguns modelos acumulam calor, outros dissipam melhor. Para quem dorme em regiões quentes ou transpira à noite, isso pesa mais do que parece.

Tipos de travesseiros e o impacto no conforto ao longo do tempo

Escolher entre os tipos de travesseiros não é algo que se resolve em uma noite. Um modelo pode parecer confortável no primeiro contato e começar a incomodar depois de alguns dias. Isso acontece porque o corpo precisa de constância para avaliar se o apoio está realmente adequado.

Outro detalhe importante é o desgaste. Travesseiros perdem eficiência com o uso. O material interno se acomoda, cria pontos mais baixos e deixa de sustentar como antes. Muitas pessoas continuam usando o mesmo modelo por anos, acreditando que o desconforto faz parte da rotina.

Também existe uma confusão comum entre maciez e conforto. Um travesseiro muito fofo pode agradar no início, mas exigir esforço muscular constante para manter o alinhamento do pescoço. Esse esforço não acorda a pessoa, mas cobra o preço ao longo do tempo.

Quando se entende como cada tipo de travesseiro se comporta, fica mais fácil identificar esses sinais antes que eles se tornem um problema recorrente.

Principais tipos de travesseiros e como eles se comportam no uso diário

Quando alguém começa a pesquisar travesseiro, costuma se deparar com uma quantidade enorme de opções. À primeira vista, muitos parecem iguais. O formato muda pouco, o tamanho é parecido e, muitas vezes, a diferença está escondida dentro da capa. É justamente aí que mora o detalhe mais importante: o comportamento do travesseiro ao longo da noite.

Cada tipo de travesseiro reage de uma forma diferente ao peso da cabeça, ao calor do corpo e ao tempo de uso. Alguns mantêm a forma quase intacta. Outros cedem aos poucos. Entender essa diferença ajuda a evitar escolhas baseadas apenas em sensação inicial.

Travesseiro de espuma viscoelástica (NASA)

O travesseiro de espuma viscoelástica, também conhecido como NASA, ficou popular por causa da capacidade de se moldar ao formato da cabeça e do pescoço. Ele não afunda de uma vez. Primeiro resiste, depois cede lentamente, criando uma espécie de encaixe.

Na prática, isso agrada bastante quem dorme de lado ou sente desconforto na região cervical. O peso fica mais distribuído e a pressão tende a diminuir. Por outro lado, nem todo mundo se adapta bem. Algumas pessoas sentem a sensação de “afundar e ficar preso”, especialmente se mudam muito de posição durante a noite.

Outro ponto que costuma dividir opiniões é o calor. Dependendo da densidade da espuma e do revestimento, o travesseiro pode reter mais temperatura. Para quem já sente calor ao dormir, isso pode incomodar com o passar das horas.

Travesseiro de látex

O travesseiro de látex tem um comportamento bem diferente. Ele oferece mais resistência e responde de forma mais rápida ao movimento. Ao deitar, a cabeça afunda pouco e encontra um apoio mais firme quase imediatamente.

Esse tipo costuma agradar quem prefere estabilidade e não gosta da sensação de afundamento excessivo. O látex também tem boa ventilação natural, o que ajuda no controle térmico. Além disso, é um material naturalmente hipoalergênico, o que faz diferença para quem tem sensibilidade respiratória.

Por outro lado, nem todo mundo se sente confortável com a firmeza. Para quem gosta de travesseiros muito macios, o látex pode parecer rígido demais logo no primeiro contato.

Travesseiro de fibra siliconada

A fibra siliconada é comum justamente por oferecer uma sensação mais familiar. É o tipo de travesseiro que lembra os modelos tradicionais, com toque macio e aparência fofa. Ele permite moldar a posição com facilidade, dobrando ou ajustando conforme a preferência.

Esse comportamento agrada quem gosta de abraçar o travesseiro ou mudar a posição da cabeça ao longo da noite. Também costuma ser uma opção prática, já que muitos modelos são laváveis.

O ponto de atenção está na durabilidade. Com o uso contínuo, a fibra tende a perder volume e criar áreas mais baixas. Quando isso acontece, o suporte ao pescoço diminui, mesmo que o travesseiro continue parecendo macio.

Travesseiro de pena de ganso ou pluma

Os travesseiros de pena de ganso e pluma são conhecidos pela leveza e pela sensação de aconchego. Eles se moldam com facilidade e oferecem uma experiência bem diferente dos modelos sintéticos.

Para algumas pessoas, essa maciez extrema é sinônimo de conforto. Para outras, o travesseiro acaba afundando demais, exigindo ajustes constantes durante a noite. Outro ponto importante é a manutenção. Sem os cuidados adequados, esse tipo pode acumular ácaros, o que não é ideal para quem tem alergias.

Travesseiro cervical ou ortopédico

O travesseiro cervical, também chamado de ortopédico, tem um formato pensado para apoiar a curvatura natural do pescoço. Ele não é simétrico e costuma ter áreas mais altas e mais baixas, justamente para manter o alinhamento da coluna.

Esse tipo costuma ser indicado para quem sente dores frequentes ou passa muitas horas na mesma posição ao dormir. A adaptação, porém, pode levar alguns dias. No início, a sensação é diferente do que a maioria está acostumada, e isso pode causar estranhamento.

Travesseiro antialérgico

Os travesseiros antialérgicos não se definem apenas pelo formato, mas pelo tipo de material e revestimento utilizados. Eles são feitos para dificultar a proliferação de ácaros e fungos, algo essencial para quem sofre com crises alérgicas durante a noite.

O conforto varia bastante de modelo para modelo. Existem versões mais firmes, mais macias e até com tecnologia de resfriamento. O diferencial está menos na sensação e mais na proteção ao longo do tempo.

Tipos de travesseiros para necessidades específicas e perfis de sono

Depois de entender como cada material se comporta, surge uma dúvida comum: qual desses tipos de travesseiros faz mais sentido para o meu caso? Essa pergunta aparece porque, na prática, o sono não depende apenas do material, mas do conjunto entre corpo, rotina e pequenas limitações individuais que acabam influenciando a noite inteira.

Algumas pessoas dormem bem em quase qualquer superfície. Outras percebem desconforto com facilidade. Há quem acorde várias vezes sem saber exatamente o motivo. Em muitos desses casos, o travesseiro não é a causa única, mas costuma contribuir mais do que se imagina.

Travesseiros para quem dorme de lado

Dormir de lado cria um espaço natural entre a cabeça e o colchão. Esse espaço precisa ser preenchido de forma equilibrada. Quando isso não acontece, o pescoço inclina e a musculatura trabalha durante a noite para compensar.

Quem dorme de lado costuma se adaptar melhor a travesseiros com mais altura e sustentação. Modelos muito baixos tendem a causar desconforto ao longo do tempo. Já os muito macios podem perder a forma durante a noite, exigindo ajustes frequentes.

Nesse perfil, o mais importante não é apenas o material, mas a capacidade do travesseiro de manter uma altura estável do início ao fim do sono. Quando isso acontece, a sensação ao acordar costuma ser mais leve, sem rigidez no pescoço ou nos ombros.

Travesseiros para quem dorme de barriga para cima

Dormir de barriga para cima exige menos altura, mas mais atenção ao apoio do pescoço. Um travesseiro alto demais pode empurrar a cabeça para frente, criando tensão na região cervical. Um muito baixo pode deixar o pescoço sem suporte.

Nesse caso, travesseiros de altura intermediária costumam funcionar melhor. O objetivo é manter a curvatura natural do pescoço, sem forçar inclinação nem compressão. A sensação ideal é de apoio constante, sem pressão excessiva.

Pessoas que dormem nessa posição geralmente percebem rapidamente quando o travesseiro não está adequado. Pequenos ajustes fazem diferença, e por isso a escolha precisa ser feita com mais cuidado.

Travesseiros para quem dorme de bruços

Dormir de bruços é a posição mais delicada quando o assunto é travesseiro. O pescoço já fica naturalmente girado para um dos lados, e qualquer excesso de altura pode aumentar a tensão nessa região.

Quem dorme assim costuma se adaptar melhor a travesseiros bem baixos ou até a usar modelos apenas para apoio parcial, mais próximos do ombro do que da cabeça. Travesseiros muito volumosos tendem a causar desconforto rapidamente.

Embora não seja a posição mais recomendada do ponto de vista postural, muitas pessoas dormem dessa forma e não conseguem mudar. Nesses casos, escolher um travesseiro discreto e pouco espesso costuma ajudar a reduzir impactos negativos.

Travesseiros para quem sente muito calor à noite

A sensação térmica interfere diretamente no sono. Pessoas que sentem calor com facilidade costumam acordar mais vezes durante a noite, mesmo sem perceber. Nesses casos, o travesseiro pode contribuir para o desconforto.

Alguns tipos de travesseiros retêm mais calor, enquanto outros permitem melhor circulação de ar. Materiais mais ventilados ou com tecnologias específicas de resfriamento tendem a oferecer noites mais estáveis para quem sofre com calor excessivo.

Aqui, a capa do travesseiro também faz diferença. Tecidos mais respiráveis ajudam a dissipar o calor acumulado ao longo das horas.

Travesseiros para quem tem alergias respiratórias

Quem convive com rinite, asma ou alergias costuma perceber piora dos sintomas durante a noite. Nesse cenário, o travesseiro pode ser um aliado ou um problema.

Modelos feitos com materiais que dificultam a proliferação de ácaros e fungos ajudam a reduzir crises alérgicas. Além disso, travesseiros que permitem lavagem frequente costumam ser mais práticos para esse perfil.

Mais do que o conforto imediato, o foco aqui é manter um ambiente de sono mais limpo e estável ao longo do tempo.

Travesseiros para situações específicas

Existem ainda tipos de travesseiros pensados para necessidades pontuais. Modelos antirrefluxo mantêm o tronco levemente elevado, ajudando quem sofre com refluxo noturno. Travesseiros de corpo oferecem apoio postural extra, sendo comuns durante a gravidez ou para quem busca relaxamento muscular.

Há também modelos com design voltado para reduzir pressão no rosto ou auxiliar na circulação de ar. Esses travesseiros não substituem cuidados médicos, mas podem contribuir para noites mais confortáveis em situações específicas.

Como alinhar travesseiro, corpo e rotina

Independentemente do modelo escolhido, é importante observar o comportamento do corpo ao longo do tempo. Um travesseiro pode parecer adequado na primeira noite e começar a incomodar depois de alguns dias. Esse período de adaptação é normal.

O mais importante é prestar atenção aos sinais. Dores frequentes, rigidez ao acordar ou necessidade constante de ajustar o travesseiro indicam que algo não está funcionando bem. Ajustar a escolha cedo evita desconfortos persistentes.

Altura, firmeza e material: o que realmente faz diferença no travesseiro

Depois de entender os diferentes tipos e aplicações, muita gente ainda fica em dúvida sobre o que priorizar na escolha. Altura, firmeza e material parecem conceitos abstratos até o momento em que o corpo começa a responder a eles, geralmente de forma silenciosa.

A altura do travesseiro costuma ser o fator mais determinante. Quando ela não corresponde ao espaço entre a cabeça e o colchão, o pescoço precisa compensar. Esse ajuste acontece sem que a pessoa perceba, mas cobra seu preço ao longo da noite. O ideal é que a cabeça fique alinhada com a coluna, sem inclinação para cima ou para baixo.

A firmeza vem logo em seguida. Um travesseiro muito macio pode parecer confortável nos primeiros minutos, mas perder sustentação conforme o peso se distribui. Já um muito firme pode limitar o relaxamento, principalmente para quem muda de posição ao dormir. O equilíbrio entre resistência e acomodação costuma funcionar melhor do que os extremos.

O material, por sua vez, influencia mais do que apenas a sensação inicial. Ele determina como o travesseiro reage ao calor, quanto tempo mantém suas características e como envelhece com o uso. Dois travesseiros com alturas semelhantes podem oferecer experiências completamente diferentes dependendo do material interno.

Esses três fatores não funcionam de forma isolada. Eles se complementam e precisam estar alinhados ao perfil de quem dorme.

Modelos de travesseiros mais comuns no mercado hoje

Ao observar os modelos de travesseiros disponíveis atualmente, fica claro que muitos se diferenciam mais pela proposta do que pela aparência. Alguns priorizam sustentação, outros conforto térmico, outros ainda versatilidade.

Travesseiros com espuma moldável costumam manter a forma por mais tempo, enquanto modelos com enchimentos soltos oferecem maior liberdade de ajuste manual. Há também travesseiros com formatos anatômicos, pensados para limitar movimentos e manter a posição durante a noite.

É comum encontrar pessoas que combinam modelos diferentes ao longo da semana ou até durante a mesma noite. Isso não é errado. Em alguns casos, usar um travesseiro mais firme para dormir e outro mais macio para leitura antes de deitar faz sentido.

O erro mais comum é escolher apenas pelo toque na loja ou pela primeira noite de uso. O comportamento real do travesseiro aparece com o tempo, quando o corpo passa várias horas apoiado nele de forma contínua.

Erros frequentes ao escolher um travesseiro

Um erro recorrente é ignorar a posição de dormir. Muitas pessoas escolhem o travesseiro sem considerar como passam a maior parte da noite. Outro erro comum é manter um travesseiro antigo por apego ou costume, mesmo quando ele já perdeu a capacidade de sustentação.

Também é frequente confundir maciez com conforto duradouro. Um travesseiro extremamente fofo pode agradar no início, mas exigir ajustes constantes durante a noite. Quando isso acontece, o sono tende a ficar mais fragmentado.

Por fim, há quem tente resolver desconfortos persistentes trocando apenas o travesseiro, sem observar o conjunto com colchão e ambiente. O travesseiro ajuda muito, mas faz parte de um sistema maior.

Como escolher entre os tipos de travesseiros sem errar

Escolher entre os tipos de travesseiros fica mais simples quando a decisão parte do corpo, e não da propaganda. Observar como você dorme, onde sente desconforto e como acorda fornece pistas mais confiáveis do que qualquer descrição de embalagem.

O travesseiro ideal é aquele que passa despercebido durante a noite. Ele não exige ajustes constantes, não causa tensão e não chama atenção ao acordar. Quando isso acontece, o corpo relaxa e o sono tende a fluir de forma mais natural.

Entender os tipos de travesseiros disponíveis permite filtrar melhor as opções e evitar escolhas impulsivas. Não se trata de encontrar o modelo perfeito, mas o mais coerente com suas necessidades atuais.

Este guia serve como ponto de partida. A partir daqui, faz sentido aprofundar em modelos específicos, comparativos e recomendações práticas, sempre respeitando o que o corpo sinaliza ao longo do tempo.

Perguntas frequentes sobre os tipos de travesseiro

Quais são os principais tipos de travesseiros?
Os mais comuns são viscoelástico (NASA), látex, fibra siliconada, pena/pluma, cervical/ortopédico e antialérgico.

Qual tipo de travesseiro é melhor para dormir de lado?
Modelos mais altos e com boa sustentação costumam funcionar melhor para manter o alinhamento do pescoço.

Travesseiro macio é sempre melhor?
Não. Maciez excessiva pode comprometer o suporte cervical e causar desconforto com o tempo.

Quem tem alergia deve escolher qual travesseiro?
Travesseiros antialérgicos, com materiais laváveis e proteção contra ácaros e fungos, são os mais indicados.

Quando trocar o travesseiro?
Em geral, quando perde a forma, cria áreas baixas ou deixa de sustentar o pescoço adequadamente.

Guilherme Augusto
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Sou psicólogo por formação e apaixonado por tudo que envolve bem-estar, conforto e qualidade de vida. No blog Soneca de Cada Dia, compartilho análises, comparativos e dicas práticas sobre colchões, travesseiros e acessórios do sono, sempre com foco em ajudar você a dormir melhor, com mais saúde e tranquilidade. Acredito que noites bem dormidas transformam nossos dias, e meu objetivo aqui é tornar essa escolha mais simples, segura e consciente.

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